CARTOGRAFIA : REPRESENTAÇÃO DO ESPAÇO
Espaço voltado para o Ensino de Geografia. Este trabalho visa atender aos alunos da educação básica, contribuindo com a consolidação de uma educação de qualidade dentro dos padrões de uma sociedade ética e democrática.
APRENDA GEOGRAFIA
BONS ESTUDOS
PROF. FABIO TADEU
terça-feira, 20 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
EVOLUÇÃO URBANA DO RIO DE JANEIRO
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
ENCHENTES
Lima Barreto
As enchentes
As chuvaradas de verão, quase todos os anos, causam no nosso Rio de Janeiro, inundações desastrosas.
Além da suspensão total do tráfego, com uma prejudicial interrupção das comunicações entre os vários pontos da cidade, essas inundações causam desastres pessoais lamentáveis, muitas perdas de haveres e destruição de imóveis.
De há muito que a nossa engenharia municipal se devia ter compenetrado do dever de evitar tais acidentes urbanos.
Uma arte tão ousada e quase tão perfeita, como é a engenharia, não deve julgar irresolvível tão simples problema.
O Rio de Janeiro, da avenida, dos squares, dos freios elétricos, não pode estar à mercê de chuvaradas, mais ou menos violentas, para viver a sua vida intagral.
Como está acontecendo atualmente, ele é função da chuva. Uma vergonha!
Não sei nada de engenharia, mas, pelo que me dizem os entendidos, o problema não é tão difícil de resolver como parece fazerem constar os engenheiros municipais, procrastinando a solução da questão.
O Prefeito Passos, que tanto se interessou pelo embelezamento da cidade, descurou completamente de solucionar esse defeito do nosso Rio.
Cidade cercada de montanhas e entre montanhas, que recebe violentamente grandes precipitações atmosféricas, o seu principal defeito a vencer era esse acidente das inundações.
Infelizmente, porém, nos preocupamos muito com os aspectos externos, com as fachadas, e não com o que há de essencial nos problemas da nossa vida urbana, econômica, financeira e social.
Vida urbana, 19-1-1915
As enchentes
As chuvaradas de verão, quase todos os anos, causam no nosso Rio de Janeiro, inundações desastrosas.
Além da suspensão total do tráfego, com uma prejudicial interrupção das comunicações entre os vários pontos da cidade, essas inundações causam desastres pessoais lamentáveis, muitas perdas de haveres e destruição de imóveis.
De há muito que a nossa engenharia municipal se devia ter compenetrado do dever de evitar tais acidentes urbanos.
Uma arte tão ousada e quase tão perfeita, como é a engenharia, não deve julgar irresolvível tão simples problema.
O Rio de Janeiro, da avenida, dos squares, dos freios elétricos, não pode estar à mercê de chuvaradas, mais ou menos violentas, para viver a sua vida intagral.
Como está acontecendo atualmente, ele é função da chuva. Uma vergonha!
Não sei nada de engenharia, mas, pelo que me dizem os entendidos, o problema não é tão difícil de resolver como parece fazerem constar os engenheiros municipais, procrastinando a solução da questão.
O Prefeito Passos, que tanto se interessou pelo embelezamento da cidade, descurou completamente de solucionar esse defeito do nosso Rio.
Cidade cercada de montanhas e entre montanhas, que recebe violentamente grandes precipitações atmosféricas, o seu principal defeito a vencer era esse acidente das inundações.
Infelizmente, porém, nos preocupamos muito com os aspectos externos, com as fachadas, e não com o que há de essencial nos problemas da nossa vida urbana, econômica, financeira e social.
Vida urbana, 19-1-1915
terça-feira, 6 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
DESERTIFICAÇÃO OU DESERTIZAÇÃO?
O debate gira em torno da denominação do termo. Desertificação é um fenômeno em que um determinado solo é transformado em deserto, através da ação humana ou processo natural. No processo de desertificação a vegetação se reduz ou acaba totalmente, através do desmatamento. Neste processo, o solo perde suas propriedades, tornando-se infértil (perda da capacidade produtiva). Apesar de reconhecer a existência de ambientes considerados instáveis (em processo de desequilíbrio ambiental) devido a técnicas inadequadas de cultivos.
O Ministério do Meio Ambiente leva em consideração quatro fatores para identificar que uma região está em processo de desertificação. São as mudanças climáticas, desmatamento, erosão e perda da produtividade agrícola. Baseado nos dados levantados, o governo federal está elaborando, junto aos estados, programas de combate a desertificação e a seca no nordeste do país.
A desertização é um fenômeno natural, independe da ação antrópica, consiste na transformação da região em deserto através de acontecimentos naturais de grande magnitude.
O Ministério do Meio Ambiente leva em consideração quatro fatores para identificar que uma região está em processo de desertificação. São as mudanças climáticas, desmatamento, erosão e perda da produtividade agrícola. Baseado nos dados levantados, o governo federal está elaborando, junto aos estados, programas de combate a desertificação e a seca no nordeste do país.
A desertização é um fenômeno natural, independe da ação antrópica, consiste na transformação da região em deserto através de acontecimentos naturais de grande magnitude.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
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